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É campeão! Um perfil dos protagonistas do Athletico na conquista da Copa do Brasil
Tiago Nunes e jogadores conduzem o Furacão rumo ao inédito título após vencer o Inter na Baixada e no Beira-Rio. GloboEsporte.com apresenta um perfil dos principais jogadores
14:18   20 de Setembro, 2019
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Foto: BP Filmes

Por Fernando Freire e Monique Silva — Curitiba

A hora, enfim, chegou. Depois de bater na trave em 2013, veio a cobiçada e tão sonhada Copa do Brasil. O dono do troféu de 2019 é o Athletico, que venceu o Internacional, por 2 a 1, na noite de quarta-feira, no Beira-Rio. No jogo de ida, o Furacão havia vencido por 1 a 0.

Comandada por Tiago Nunes, a conquista do título inédito do Furacão coroou uma campanha quase invicta e com protagonistas como Santos, que pegou pênaltis nas decisões contra Flamengo e Grêmio, e Rony, com dois gols.

Foram 23 jogadores utilizados pelo treinador. Seis deles atuaram em todas as partidas – Santos, Wellington, Bruno Guimarães, Nikão, Marco Ruben e Rony. O GloboEsporte.com apresenta um perfil especial dos 11 titulares na finalíssima (além de Marcelo Cirino).

Confira o perfil dos protagonistas do Athletico

Santos

Muito do título do Athletico se deve a Santos. Reserva no vice em 2013, o goleiro foi fundamental nos duelos anteriores à final, que caminharam para as cobranças de pênaltis. Contra o Flamengo, no Maracanã, Santos defendeu duas cobranças e o Furacão venceu por 3 a 1. Já diante do Grêmio, na vitória por 5 a 4 nas penalidades, o goleiro foi o responsável por parar Pepê. No Furacão desde 2009, o paraibano completou a marca de 150 jogos com a camisa do Athletico na finalíssima, contra o Inter.

Jogos: 8

Khellven

“Um menino com uma personalidade incrível", disse o técnico Tiago Nunes. Caçula do grupo, ele, com a lesão de Jonathan, assumiu a titularidade nos jogos contra a dupla Gre-Nal e não comprometeu. Jogou "de peito aberto", não sentiu a responsabilidade e jogou como um veterano. Vale lembrar que o lateral de apenas 18 anos foi o primeiro jogador do Século XXI a jogar profissionalmente no Furacão. Campeão, ele consolida uma ascensão meteórica na carreira e conquista a sua primeira taça nacional.

Jogos: 3

Bambu

O zagueiro emendou sequência na reta final da Copa do Brasil e teve atuações praticamente impecáveis, principalmente nas finais contra o Inter, colocando o centroavante Paolo Guerrero "no bolso". Concentrado, foi bem nas interceptações e fez valer a titularidade. No Beira-Rio, saiu com o olho machucado e ganhou o apelido de "Rocky Bambu". Antes sexta opção no elenco, agarrou a oportunidade, deu a volta por cima e mostrou que pode ser titular no Furacão.

Jogos: 5

Léo Pereira

Um dos três pratas da casa titulares na decisão, ao lado de Khellven e Santos, o zagueiro deixou sua marca no primeiro jogo contra o Flamengo e foi peça importante na linha defensiva. Só ficou fora de uma partida na campa do título.

Jogos: 7

Márcio Azevedo

Não foi fácil suprir a saída de Renan Lodi, mas Márcio Azevedo deu conta do recado na Copa do Brasil. Com Abner Vinicius e Adriano sem poderem atuar (eles chegaram após o prazo de inscrições), o lateral superou a desconfiança da torcida, assumiu a missão e segurou a onda no time titular do Furacão.

Jogos: 7

Wellington

Voz ativa no vestiário e capitão: esse é Wellington. Líder por natureza, foi peça fundamental nos bastidores, vestiu a braçadeira com propriedade e ditou o ritmo no meio-campo atleticano. Passou segurança, protegeu o time e ainda viu os companheiros de setor, Bruno Guimarães e Cittadini, brilharem com gols nas finais. Dividiu a responsabilidade de levantar a taça inédita ao lado de Lucho, Thiago Heleno e Camacho. Campeão da Sul-Americana duas vezes (São Paulo e Athletico) e campeão do Brasileiro, ele adiciona, agora, o título da Copa do Brasil ao currículo.

Jogos: 8

Bruno Guimarães

O talento do time. O craque. Acima da média do futebol brasileiro, o volante Bruno Guimarães foi um dos protagonistas da campanha atleticana. No primeiro jogo contra o Inter, foi o autor do gol que deu a vantagem ao Athletico. Referência e cada vez mais identificado com a camisa atleticana, o jogador de 21 anos colhe os frutos e conquista seu quarto título em menos de dois anos no Furacão. Alô, Tite!

Jogos: 8

Léo Cittadini

Pode-se dizer que o volante acabou sendo uma das surpresas da reta final da campanha. Foi escolhido por Tiago Nunes para ser titular no meio-campo contra o Grêmio, no jogo de ida, e não saiu mais do time. Pôs Lucho no banco e deu outra cara ao meio-campo. Foi coroado com o primeiro gol de finalíssima, na vitória por 2 a 1 contra o Inter.

Jogos: 4

Nikão

Cinco temporadas, quatro títulos. O camisa 11 cresceu na hora em que o Furacão mais precisava. Uma das referências da equipe atleticana, assumiu o protagonismo, especialmente nos momentos decisivos do Athletico. Foi dele o gol que abriu o caminho da vitória sobre o Grêmio, por 2 a 0, que levou a decisão da vaga para a final da Copa do Brasil para os pênaltis. Ídolo.

Jogos: 8

Rony

O "baixinho ligeiro" foi a válvula de escape do Athletico na campanha da Copa do Brasil. Seja pela direita ou para a esquerda, o atacante não sentiu nenhum peso diante de estádios lotados como o Maracanã e o Beira-Rio. Com gols contra Flamengo e Inter, o camisa 7 confirmou a importância no elenco de Tiago Nunes.

Jogos: 8

Marco Ruben

Não foi artilheiro da Copa do Brasil, mas assumiu o papel de garçom do Furacão. O camisa 9 deu assistência para os gols de Bruno Guimarães (na Baixada) e Cittadini (no Beira-Rio). Também tinha deixado sua marca no segundo jogo contra o Grêmio (além de converter um dos pênaltis nas cobranças decisivas). Antes do jogo contra o tricolor gaúcho, havia passado 12 jogos sem marcar.

Jogos: 8

Marcelo Cirino

Único remanescente titular do vice em 2013 e atual recordista de jogos do Furacão, o atacante saiu do banco para protagonizar um lance espetacular na finalíssima contra o Inter. Nos acréscimos, o camisa 10 deixou três marcadores para trás e achou Rony na área para fazer o gol do título. Em 11 anos de Athletico, somando as duas passagens, deixou seu nome marcado na conquista inédita do clube.

Jogos: 7

A campanha rubro-negra

Oitavas de final

  • Fortaleza 0x0 Athletico
  • Athletico 1x0 Fortaleza - Marco Ruben

Quartas de final

  • Athletico 1x1 Flamengo - Léo Pereira
  • Flamengo (1) 1x1 (3) Athletico - Rony

Semifinal

  • Grêmio 2x0 Athletico
  • Athletico (5) 2x0 (4) Grêmio - Nikão e Marco Ruben

Final

  • Athletico 1x0 Internacional
  • Internacional 1x2 Athletico – Léo Cittadini e Rony
 
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