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Praça de pedágio | Líder do governo na AL vê pouca possibilidade de mudança de local
Dilmar Dal’Bosco disse que a empresa segue o que está na licitação pública
12:44   11 de Novembro, 2019
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José Vieira do Nascimento
Editor Mato Grosso do Norte

O líder do governador Mauro Mendes na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM) em entrevista exclusiva à Mato Grosso do Norte, na manhã de sexta-feira, 8, em Carlinda, afirmou que dificilmente haverá mudança de local da praça de pedágio que está sendo implantada próximo à Alta Floresta, como vem cobrando a população.
“O problema é que quando você faz um processo licitatório, coloca as condicionantes e as condicionantes dizem que tinha que estar naquele local. Quem fez foi o ex-governador Pedro Taques e o ex-secretário Marcelo Duarte. O que nós tentamos fazer foi um acordo extra judicial com a empresa, para evitar uma briga judicial, e que se pudesse mudar o local da Praça. O Estado acionou a empresa, mas ela está cumprindo o que determinou a licitação pública. Não é culpa nem do governador Mauro Mendes e nem nossa como deputados”, argumenta Dilmar.
Dilmar disse que “parece” que tem um acordo com a empresa Via Brasil, para trazer a praça um pouco mais a frente, cerca de um quilometro, sentido Carlinda. “Já ajuda porque não inviabiliza a construção do parque de exposição. Ainda está se conversando e tentando, mas temos que saber que tem um contrato, uma concessão e uma licitação e foi licitado para a construção ser naquele local e tem que ser respeitado o acordou com a empresa. A empresa tem documento. Para mudar hoje, só de forma amigável, ou ter uma briga judicial muito forte”, enfatiza.
O parlamentar, caso não mude o local de pedágio, também não vê alternativa para os moradores das comunidades, que são pequenos produtores e o estudantes, serem isentos do pagamento da taxa de pedágio. 

“Não tem! É uma concessão pública e não tem como colocar gratuidade para isso e para aquilo. Aí teria que mudar, não poderia ter gratuidade só em Alta Floresta. Teria que ter em Colider, no Morro da Mesa,  Ipiranga, em Sorriso e em Lucas. Teria que fazer um projeto no contexto geral”, acentua.

“O Estado tem muitas rodovias e se não for de uma forma pedagiada, o governo não tem condições de arrecadar dinheiro público e mantê-las. Cada vez que amplia o asfalto, vem mais dificuldade de manutenção. E falta dinheiro público para manter as estradas asfaltadas ou não. Todos os Estados estão colocando pedágio nas estradas, para dar rodovias de qualidade e que não custe mais caro aos órgãos públicos”, observa. 

 
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