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Entrevista - Joel Ricardo Bedin - gestor comercial da JMD Urbanismo para AF e região | Alta Floresta está assumindo uma posição de destaque e de futuro muito promissor
Gestor da JMD, responsável pelo investimento no Hamoa Resort, fala do sucesso do empreendimento e do bom momento de Alta Floresta no cenário econômico de Mato Grosso
10:25   19 de Junho, 2020
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José Vieira do Nascimento
editor Mato Grosso do Norte

Mato Grosso do Norte- Qual o fator preponderante que levou a empresa JMD escolher Alta Floresta para construir o Hamoa Resort Residencial?
Joel-
Um conjunto de fatores que viabilizam um empreendimento. No caso de Alta Floresta, podemos destacar: 
-Cenário de expansão do agronegócio muito promissor e consolidação de Alta Floresta como um Pólo. Já era percebido e estamos vivenciando hoje um momento que confirma as nossas expectativas da época.
-A localização, topografia e as particularidades do terreno ofertado em parceria foi o que permitiu, na análise dos profissionais envolvidos, que poderíamos desenvolver um ‘Masterplan’ extraordinário.
-Envolvimento e idoneidade dos Parceiros/Sócios, a Família Arpini, foi motivadora e decisiva, pois contaríamos com parceiros que compartilhavam das mesmas expectativas e objetivos. 
Mato Grosso do Norte- O investimento está correspondendo com as expectativas da empresa?
Joel
- Com certeza sim, tanto é que muito em breve, lançaremos uma etapa de outro empreendimento incrível. 
Mato Grosso do Norte- Qual a análise que a JMD faz da importância que a construção do Hamoa representa para o crescimento de Alta Floresta? 
Joel
- Além das questões óbvias de geração de emprego, renda e tributos, não só na construção do empreendimento, mas também na operacionalização. Há muitas pessoas que trabalham no condomínio. No Kauai Restaurante, que fica dentro do condomínio, além de prestadores e vários trabalhos indiretos relacionados as novas moradias construídas e em construção.
Não posso deixar de citar que é perceptível que o empreendimento eleva a autoestima da cidade. Ele é de Alta Floresta. É muito comum pessoas nos acionarem para levar um visitante para conhecer, acompanhar um empresário que quer empreender aqui. Temos um time engajado não somente com o empreendimento, mas também em “Vender Alta Floresta” e trabalhamos sempre com o foco de ajudar desenvolver cidades.
Além disso, estamos vivendo um momento que alguns proprietários de áreas aqui, que residem em outras cidades e Estados, com a expansão do setor agro, sentiram a necessidade de virem residir em Alta Floresta. Eu, pessoalmente, testemunhei alguns clientes que o Hamoa foi decisivo na fixação de residência aqui!
Mato Grosso do Norte- Houve alguma dificuldade para a execução do projeto do Hamoa Resort em Alta Floresta?
Joel
- Todo negócio tem suas dificuldades e no nosso caso não seria diferente. Optamos por iniciar por um produto que, neste conceito, de maneira muito tranquila está entre os melhores do país. Na época isso logicamente impactou até na opinião das pessoas e era natural que pairavam dúvidas sobre o Hamoa Resort. É comum que isso aconteça!
Mas com o passar do tempo, planejamento adequado, as dificuldades foram superadas e hoje o Hamoa nos inspira à novos empreendimentos em Alta Floresta.
Mato Grosso do Norte- Quais os demais investimentos que a JMD planeja para Alta Floresta no setor imobiliário?
Joel
- Nos próximos dias, lançaremos uma etapa do Aquarela Hamoa Bairro Planejado Aberto, que é um conceito de Loteamento Aberto com Gestão Administrativa, monitoramento por câmeras, vigilância 24h, um lago lindo que em sua orla terá vários equipamentos e instalações de esporte, lazer e convivência.
O Planejamento deste bairro objetivou uma nova centralidade Urbana. Durante os últimos 05 anos, construímos parcerias e negócios que renderam resultados excepcionais e o novo bairro, além do IFMT que já está em funcionamento, contará com as novas sedes do polo Jurídico (Fórum, Promotoria, Defensoria e OAB), Faculdade Ajes, Lojas Havan, Aquarela Saúde (Clínica de especialidades médicas). Ainda há negócios já firmados no bairro que anunciaremos em breve. Vale ressaltar que de maneira geral, o Hamoa ocupou ¼ da área total a ser empreendida, ou seja, ainda vamos empreender muito na cidade.
Mato Grosso do Norte- Como a JMD vê Alta Floresta no atual cenário econômico de Mato Grosso? 
Joel
- Acredito está assumindo uma posição de destaque e de futuro muito promissor pelos pilares que sustentam a economia de Alta Floresta e região. Há ainda muitos outros em estruturação, ou seja, não estamos ancorados em um só setor e o futuro também oferece oportunidades diversas pela vocação de nossa cidade e região. Estamos falando de Pecuária, Agricultura, Comercio, Serviços, Extrativismo, Mineração, Turismo, Indústrias, etc. Portanto, há muito espaço para desenvolvimento e empreendedorismo e os pilares econômicos tendem a ficar cada vez mais fortes.
Mato Grosso do Norte- O que diria para outros grupos empresariais que tenham projetos de investimentos em Alta Floresta? 
Joel
- Invista em Alta Floresta!
Mato Grosso do Norte- O município, na visão da empresa JMD, está em crescimento?
Joel
- Percebemos que sim! Não estamos falando somente de crescimento populacional, mas também em produção e produtividade do setor do Agronegócio, valorização imobiliária, tecnologias empregadas aos negócios, empresas instaladas etc.
Um destaque pela quantidade de empresas de nível nacional que se instalaram, e outras estão em fase de instalação. Portanto esta mesma visão já é compartilhada por outras empresas que conhecem o cenário de todas as regiões do país e estão escolhendo Alta Floresta!
Mato Grosso do Norte- Qual a mensagem que deixa para a população neste momento difícil, em função da epidemia do covid-19? 
Joel
- Estamos atravessando um momento que pegou todos de surpresa, que nos obriga a tomadas de decisão cada vez mais rápidas, num cenário menos previsível, isso tanto na vida pessoal quanto empresarial.

Não podemos negligenciar o vírus e nossa atitude e comportamento preventivo são talvez os mecanismos mais determinantes para o cenário.

Saúde e economia são temas a serem tratados de forma conexa, são dependentes entre si, por uma questão óbvia de que para se fazer saúde é necessário investimento de recursos. A fé, é algo que nos traz força neste momento e creio que nada acontece, a não ser pela vontade de Deus e acredito num propósito divino para este momento.
Ao meu ver, o Corona deixará um legado, será um divisor temporal. O “antes e após corona”. Já podemos observar várias evoluções, como por exemplo no campo científico, a rapidez com que tantos estudos foram conduzidos. Não fosse pela pandemia certamente levaríamos anos pra chegar no estágio em que estamos hoje. Cito ainda o quanto os recursos tecnológicos existentes podem ser melhor aproveitados no trabalho, na educação, na comunicação e nas nossas relações. Outra reflexão positiva que faço é o quanto nossos hospitais vão herdar de melhorias e incrementos feitos neste momento, que num futuro próximo irão salvar vidas, de outras enfermidades.


 

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