Jornal MT Norte
Publicidade
AutoPerfil: Lugar de fala
Jeep quer ampliar domínio da marca com o luxuoso SUV médio-grande Commander, para sete passageiros
09:55   03 de Setembro, 2021
7df4cc30399627135b837d24a8a59664.jpg

por Eduardo Rocha

Auto Press

                Em 2009, quando se iniciou o processo de aquisição da Chrysler pelo Grupo Fiat, o saudoso Sergio Marchionne, CEO da Fiat, comandou o processo de criação da Fiat Chrysler Automobiles. Na época, o executivo, considerado um visionário, deixou explícito que seu principal interesse no negócio era a Jeep, marca afogada no imbróglio financeiro do grupo estadunidense. Nesses 12 anos, os SUVs ganharam enorme relevância na indústria de automóveis no mundo todo, com a Jeep como um dos protagonistas. No Brasil, a marca lidera os mercados de SUVs compactos e médios (ou segmentos B e C), com o Renegade e o Compass, modelos produzidos na fábrica localizada em Goiana, Pernambuco – inaugurada em pessoa por Marchionne em 2015. É de lá também que vem o Commander, SUV médio-grande (segmento D) que a marca apresentou oficialmente no Brasil, em première mundial.

                O modelo utiliza a mesma plataforma do Renegade e Compass – que por sua vez, tem origem no Fiat 500X italiano. No caso, ela foi redimensionada para poder oferecer lugar para sete ocupantes, um dos principais diferenciais do modelo. Ele tem 4,77 metros de comprimentos, 2,80 m de entre-eixos, com 1,70 m de altura e 1,86 de largura. O porta-malas oferece 233 litros de capacidade na configuração para sete passageiros, 661 litros com cinco ocupantes e 1.760 litros com apenas dois lugares. Em relação ao Compass, é 37 cm mais comprido, com 16 cm a mais entre os eixos, e 3 cm mais largo. Sob o capô, ele também traz os motores GSE 1.3 litro turbo e Multijet 2.0 litros turbodiesel usado no SUV médio.

O motor turbo flex T270 rende os mesmos 185 cv e 27,6 kgfm, mas o motor turbodiesel foi retrabalhado. Ele ganhou uma turbina de maior capacidade e novos volante do motor e conversor de torque, além de novo mapeamento de motor e acelerador. Com isso, o torque subiu de 35,7 para 38,7 kgfm – daí passa a se chamar TD380, referente a 380 Nm ‑, mas manteve a mesma potência de 170 cv. O objetivo foi compensar o maior peso do modelo, que pesa 1.885 na versão Limited e 1.908 kg na top Overland com esta motorização – cerca de 120 kg a mais que o Compass TD350. As versões T270 são gerenciadas por um câmbio automático de seis marchas e tração dianteira. Ele conta ainda com o Traction Control+, sistema acionado manualmente indicado para uso no off-road, que aplica o freio na roda sem aderência e desviar o torque para a outra roda. Já a versão TD380 traz o câmbio automático de nove marchas e sistema 4X4 com reduzida. Ele conta com um seletor de terrenos com modos Sand/Mud, Snow e Auto e controle de descida.

                As duas motorizações são oferecidas nas duas versões de acabamento. A configuração de entrada é a Limited T270, que chega por R$ 199.990, seguida pela Overland T270 por R$ 219.990, Limited TD380 por R$ 259.990 e Overland TD380 por R$ 279.990.


 

Compartilhe nas redes sociais

COMENTÁRIOS
© Copyright 2014 Jornal Mato Grosso do Norte