Jornal MT Norte
Publicidade
VITRINE : Boas ideias
Há cinco anos no time de investidores do “Shark Tank Brasil”, Caito Maia leva experiência dos escritórios para a frente das câmeras
09:35   01 de Outubro, 2021
2b7b441c0453dfdcc84686738685e172.jpg

POR CAROLINE BORGES
TV PRESS

Inquieto, atento e explorador. Caito Maia, fundador da Chilli Beans, é bastante pautado por essas três palavras em diversos aspectos da vida. Após uma mais do que bem-sucedida carreira como empresário à frente da maior marca de óculos da América Latina, com mais de 900 pontos de vendas no Brasil e no exterior, ele acumulou uma série de experiências e conhecimentos do mundo dos negócios. Essa intensa bagagem, inclusive, casou perfeitamente com a chegada do programa “Skark Tank Brasil”, exibido pelo canal Sony. A produção conta com aspirantes a empreendedores que precisam negociar seus projetos com uma equipe de renomados investidores. Há cinco anos no time de Tubarões, Caito explora o universo da tevê a partir de seu histórico como empreendedor. “Adoro ver o quanto a gente pode ajudar as pessoas com os negócios delas. E isso é uma coisa que eu tenho grande prazer: ajudar o empreendedor brasileiro. E outra coisa são as gerações novas, de crianças de dez, 11, 12 anos, que são meus fãs. A gente vê essas pessoas já pensando no futuro delas tão novas”, valoriza Caito, que sempre vislumbrou um futuro diante das câmeras. “Não foi uma surpresa, eu sempre tive vontade de comunicar e facilidade em me comunicar. Juntou a fome com a vontade de comer”, completa.
Há cinco anos no ar e na sexta temporada, o “Shark Tank Brasil” desponta como uma chance para novos empreendedores alavancarem seus negócios a partir de investimentos de grandes empresários. Os participantes, inclusive, chegam aos estúdios com alguns conhecimentos adquiridos nas temporadas anteriores. “Os empreendedores estavam muito preparados, tinham estudado todos os programas anteriores, estavam muito prontos para estar lá. Nessa nova temporada, os cheques de ticket médio dos negócios dobraram”, explica. Ainda assim, nem todos os candidatos saem da sala de investimentos com o negócio fechado. Muitos não conseguem um apoio financeiro para suas ideias, mas ganham algumas dicas valiosas do grupo de investidores. “Essa troca de ideias é absolutamente essencial. Esse é um dos ensinamentos do programa. Como essa pessoa faz conta, como ela faz um plano de negócio, como ela coloca o negócio dela em pé. Esse é um dos aprendizados mais importantes que o programa ‘Shark Tank’ nos traz”, afirma.
Ao lado de João Appolinário, José Carlos Semenzato, Carol Paiffer e Camila Farani, Caito não tem qualquer filtro com a temática das ideias que chegam ao programa. Quando está analisando a chance de investir em novo negócio, o empreendedor faz questão de detalhar cada aspecto da ideia apresentada. “Para mim, o que chama atenção é o negócio de verdade. O negócio que tem empreendedor que o olho brilha, que acredita na loucura - no negócio dele. Mas também que faz conta e a conta fecha. Para mim, é isso que vale, independentemente de que área for”, defende.
Pelo segundo ano consecutivo do programa, Caito encarou novos negócios buscando se firmar em meio à pandemia de Covid-19. Com as dificuldades do distanciamento social e do isolamento imposto pelo coronavírus, o ambiente “online” ganhou bastante força na atual temporada. “O mundo deu uma chacoalhada e virão muitas oportunidades legais. As empresas estão se ajustando, estão se modificando, estão fortalecendo cada vez mais seus canais online. São coisas muito importantes para as empresas”, prevê Caito, que tem se divertido com a repercussão do programa fora dos escritórios empresariais. “Lido muito bem (com a aproximação do público), eu recebo muito carinho nas ruas. Acho que eu tenho uma coisa de deixar o tubarão próximo, ser um tubarão acessível - como as pessoas falam, e eu gosto muito desse título”, completa.

“Shark Tank Brasil” – Sexta, às 22h30, no Canal Sony.


 

Compartilhe nas redes sociais

COMENTÁRIOS
© Copyright 2014 Jornal Mato Grosso do Norte