Jornal MT Norte Situação caótica

 

De acordo com a prefeita de Sinop, o município está funcionando apenas com a atenção básica, no momento, o que está causando superlotação na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). O hospital regional é o responsável pela realização de exames como tomografias e ressonâncias, assim como cirurgias e atendimentos de urgência e emergência.

 

"Quando possível, estamos transferindo os pacientes para Sorriso e Colíder. E isso é um risco, porque se é uma emergência, a pessoa pode vir a óbito até conseguirmos transferir", disse.

 

Na útlima semana, médicos e funcionários do hospital suspenderam os atendimentos eletivos na unidade alegando falta de estrutura e atraso no pagamento dos salários e do vale-alimentação. Eles afirmaram, ainda, que a falta de insumos básicos impede que os pacientes sejam atendidos no hospital.

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Manifestantes fecham rodovia em protesto contra precariedade de hospital regional em MT
Cerca de 150 manifestantes bloquearam a BR-163 por uma hora. Prefeitura de Sinop diz que hospital regional reduziu o atendimento e alega dívida de R$ 27 milhões.
22:21   03 de Outubro, 2017

Por G1 MT

 

Dezenas de manifestantes fecharam a BR-163 nesta terça-feira (3) na região do Bairro Alto da Glória, em Sinop, a 503 km de Cuiabá, em protesto contra a precariedade do Hospital Regional de Sinop. Segundo informações da concessionária Rota do Oeste, que administra a via, cerca de 150 pessoas participam do movimento e o bloqueio durou cerca de uma hora.

G1 tentou, mas não conseguiu contato com a administração dos hospital regional. Segundo a prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), a administração do hospital regional daquele município diz que a dívida do governo do estado é de R$ 27 milhões, enquanto o governo alega que deve os pagamentos referentes aos meses de julho e agosto. Ela afirmou, ainda, que o governo prometeu realizar pagamentos até sexta-feira (6).

O protesto foi convocado por entidades de classe e contou com o apoio da administração municipal. Segundo a Prefeitura de Sinop, o hospital regional daquele município reduziu os atendimentos desde o dia 7 de setembro e a previsão é de que, até quarta-feira (4), paralise totalmente as atividades. Durante a manifestação, também foi questionada a situação do Hospital Regional de Sorriso, a 420 km da capital, que alerta para risco de problemas dentro dos próximos 15 dias.

O ato teve início às 15h30 [16h30 no horário de Brasília], na Praça da Bíblia, e foi encerrado quase duas horas depois, na BR-163. No local, manifestantes carregaram faixas e cartazes e gritaram palavras de ordem contra o governador Pedro Taques (PSDB), cobrando a regularização dos débitos que o estado possui com as duas unidades de saúde. Eles também atearam fogo em pneus na pista.Segundo a Rota do Oeste, o congestionamento registrado na via, no sentido norte, é de 1,5 km. Na pista contrária, o congestionamento é de quase 2 km. Apesar de já desbloqueada, a via ainda precisa passar por limpeza antes da liberação do tráfego. Além disso, o fogo dos pneus também precisam ser apagados.

Situação caótica

 

De acordo com a prefeita de Sinop, o município está funcionando apenas com a atenção básica, no momento, o que está causando superlotação na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). O hospital regional é o responsável pela realização de exames como tomografias e ressonâncias, assim como cirurgias e atendimentos de urgência e emergência.

 

"Quando possível, estamos transferindo os pacientes para Sorriso e Colíder. E isso é um risco, porque se é uma emergência, a pessoa pode vir a óbito até conseguirmos transferir", disse.

 

Na útlima semana, médicos e funcionários do hospital suspenderam os atendimentos eletivos na unidade alegando falta de estrutura e atraso no pagamento dos salários e do vale-alimentação. Eles afirmaram, ainda, que a falta de insumos básicos impede que os pacientes sejam atendidos no hospital.

 
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