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Servidores cobram regularização no salários
Categoria realiza Assembleia na sexta-feira e exige pagamento na data base
15:22   05 de Outubro, 2017

Reportagem
Mato Grosso do Norte

Os servidores municipais que atuam na secretaria de Saúde de Alta Floresta, vão realizar uma Assembleia na sexta-feira, 6, para discutir uma solução para o atraso no pagamento do salário da categoria. A reunião será às 17:30hs na sede do Sispumaf.
Edimar Silva, diretor financeiro do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Alta Floresta, disse à Mato Grosso do Norte, nesta terça-feira, que a prefeitura municipal está pagando o salário dos servidores da secretaria de Saúde, no dia 20 de cada mês. No entanto, a data base da categoria é no dia 1º com tolerância até no dia 5.

“As outras categorias estão recebendo até no dia 5. A prefeitura tinha acertado com a direção do Sindicato, que até neste mês de outubro iriam resolver e começar a pagar os servidores na data base. Como está se vislumbrando a possibilidade deste acerto não ser cumprido, os servidores da Saúde estão descontentes e querem debater e tomar uma decisão neste sentido”, disse Edimar.
Conforme o sindicalista, o salário é a única fonte de renda dos servidores. E o atraso implica no pagamento de juros, já que não conseguem pagar suas contas nas datas de vencimento. “Os servidores tem contas de energia, de consignados nos bancos, que geralmente vencem até no dia 10. Com o atraso, pagam juros caros, tem a inflação e o salário perde poder de compra. Vamos cobrar a regularização do pagamento”, assegura.
Na semana passada, Edmar disse que diretores do Sindicato tiveram uma reunião com o prefeito Asiel Bezerra, e com os secretários de Saúde e Finanças. Segundo ele, o prefeito disse que é o maior interessado em regularizar esta situação.
“O prefeito nos disse que é o maior interessado que essa situação se resolva e vai se esforçar para que isto aconteça”, disse Edimar.
Todavia, o diretor do Sindicato disse que caso o salário não seja pago na data regular, após a Assembleia de sexta-feira, os servidores irão decidir o que irão fazer. “A princípio, não vamos fazer greve, mas vamos nos posicionar. Se a situação não for resolvida, vai chegar um momento que iremos paralisar as atividades”, assegura Edimar.

 

 
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