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No jogo da taça, campeão Corinthians fica no empate com o Atlético-MG em Itaquera
Em tarde de golaços e lances incríveis, Timão e Galo empatam por 2 a 2, resultado ruim para o time mineiro, que se complica na briga para chegar à sua sexta Libertadores consecutiva
23:42   26 de Novembro, 2017

Com 30 anos, Cássio tem um dos currículos mais impressionantes do futebol. Campeão da Libertadores, do Mundial, do Paulistão, e, novamente neste ano, do Campeonato Brasileiro. Desta vez, o goleiro do Corinthians foi o capitão do jogo da taça e responsável por erguer o troféu de heptacampeão.

Jogador do Corinthians desde 2012, Cássio se declarou ao clube paulista. "Corinthians é o maior clube do Brasil. Não tem preço, é o momento mais emocionante da minha carreira", disse o goleiro no gramado da Arena, em Itaquera, com a taça em mãos. "Confesso que fiquei muito feliz. Uma honra. Qualquer jogador do grupo poderia ter erguido a taça, todos são merecedores. Passou um filme na minha cabeça, que começou na infância, em busca do sonho de ser jogador", completou o emocionado Cássio.

O jogador, que passou por momentos de contestação com a camisa do Timão, coloca, de vez, seu nome na história do clube. Com pouco mais de cinco anos no Alvinegro, Cássio soma sete títulos, e é um dos maiores vencedores da história do clube: Libertadores (2012), Mundial (2012), Recopa (2013), Paulista (2013 e 2017), Campeonato Brasileiro (2015 e 2017).

Neste Brasileirão, Cássio retomou a posição como titular, depois de perder vaga para Walter no fim da última temporada. Com grandes atuações tanto no Paulistão quanto no Brasileiro, o arqueiro se tornou homem de confiança de Fábio Carille e foi titular durante a campanha vitoriosa do hepta.

"Não imaginava tudo isso nem nos meus melhores sonhos. A gente não pode se acomodar. Ano que vem tem que ser melhor que esse ano. Temos mais um jogo, depois é focar na próxima temporada", completou o campeão e capitão Cássio.

Campeão brasileiro já há dez dias, o Corinthians só pôde levantar a taça neste domingo, em Itaquera. E a festa não foi completa. Com bela atuação de Otero (um gol e uma assistência), o Atlético-MG saiu na frente, levou a virada, chegou ao empate e teve chance claríssima para virar, com Fred. O empate em 2 a 2, porém, acabou sendo o resultado mais justo e deixou o Galo em situação delicada na sua briga para chegar à sexta Libertadores consecutiva.

* Especial para a Gazeta Esportiva

 
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