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Instituto assume gestão de hospital de Sinop (MT) após saída de fundação por falta de repasses
Fundação que deixou administração da unidade no final de outubro alegou dívida de R$ 13 milhões do governo. Instituto deve receber R$ 3 milhões por mês, durante 6 meses.
00:10   04 de Dezembro, 2017
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Instituto Gerir assumiu, nesta sexta-feira (1º), a gestão do Hospital Regional de Sinop, a 503 km de Cuiabá, após a Fundação de Saúde Comunitária pedir a suspensão do contrário e decidir deixar a administração da unidade.

Ao sair, a fundação alegou falta de repasses por parte do governo do estado, afirmando que a dívida já chegava a R$ 13 milhões. A Secretaria de Saúde do estado (SES-MT) disse, na ocasião, que os pagamentos ao hospital estvam sendo feitos de maneira regular.

De acordo com o governo do estado, o contrato com o Instituto Gerir, em caráter emergencial, terá duração de seis meses e, nesse período, a SES deve redefinir o perfil assistencial do hospital. Neste período, será repassado mensalmente ao instituto R$ 3,084 milhões para o custeio das despesas do hospital. O valor, segundo o governo, é o mesmo era repassado à antiga gestora.

Dentro de 90 dias, deverá ser realizado um chamamento público para a contratação da Organização Social de Saúde (OSS) que assinará um contrato de gestão para administrar a unidade por um período de cinco anos.

De acordo com a pasta, em 15 dias também haverá um processo seletivo simplificado que incluirá a participação dos atuais funcionários.

 

Atendimento 

Segundo o governo, nos próximos 30 dias será mantido o número de leitos do hospital, priorizando os atendimentos de emergência e urgência, e também serão reabertos os cinco leitos de UTI adulto. Atualmente, o hospital possui 111 leitos, dos quais 56 estavam fechados. A reabertura será feita de forma escalonada.

Em Mato Grosso, o Instituto Gerir já administra o Hospital Regional de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, desde o dia 1º de outubro, em substituição à Sociedade Beneficente São Camilo. O contrato, assinado também de forma emergencial, tem duração de seis meses, período no qual haverá um chamamento público.

 
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