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Rádio Progresso migrará de frequência AM para FM
Em breve, emissora terá transmissão em nova frequência. Termo foi assinado em Brasília
16:26   08 de Dezembro, 2017
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Reportagem
Mato Grosso do Norte

Na manhã de quarta o Diretor do Grupo Rio da Mata, Dr. Vicente da Riva, assinou em cerimônia com o ministro das comunicações, Gilberto Kassab, o termo de migração do rádio AM para FM. Com isso, a Rádio Progresso deve passar a oferecer seus serviços de comunicação em breve através do FM.
O evento foi organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em Brasília. Esse foi o último mutirão do ano para migração de emissoras de rádio AM para FM. No evento, representantes de 58 emissoras de todo o país assinaram os termos aditivos para a adaptação da outorga, um dos últimos passos para a mudança de frequência.

Das 1.781 rádios AM do país, 1.332 solicitaram a mudança. Até o início do mês de dezembro, 568 estações já tinham assinado os contratos de migração. Outras 356 emissoras AM aguardam a disponibilidade de canal para poder fazer a migração. Esse é o caso de emissoras sediadas em locais em que o espectro não possui espaço disponível. Essas emissoras deverão aguardar o desligamento do sinal analógico de TV, que vai liberar espaço para a faixa estendida de FM.
A expectativa é grande por parte dos radiodifusores que participaram da solenidade. É o caso do Diretor da Rádio Progresso de Alta Floresta, Vicente da Riva, que esteve presente para a assinatura. 
Segundo Vicente da Riva, desde que começou a preparar a papelada para a migração, a rádio aguarda ser chamada pelo MCTIC, pois com a mudança do AM para o FM, a emissora vai poder proporcionar mais qualidade aos ouvintes e novas possibilidades comerciais, fortalecendo também a transmissão via celular e internet. “Migrar para FM também nos traz uma expectativa comercial, de vendas, e maior alcance na nossa audiência”, explica. 
A mudança de faixa é uma reivindicação das emissoras AM de todo o país, que sofrem com a perda de qualidade do sinal, de audiência e de faturamento. Com a operação no FM, as rádios também passam a ser sintonizadas em dispositivos móveis, como tablets e smartphones, o que garante a continuidade e a modernização do serviço.

 
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