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Reforma da Previdência será votada em 18 de dezembro, diz Marun
00:11   11 de Dezembro, 2017

Em Buenos Aires para participar da XI Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) — que deve tomar posse na quinta-feira como ministro da Secretaria de Governo da Presidência — afirmou na tarde deste domingo que até o dia 18 de dezembro o governo terá os votos necessários para colocar em votação e aprovar a reforma da Previdência na Câmara.

— Confio que até o dia 18, teremos, sim, os votos necessários para que seja colocado em votação e para que venhamos a colher uma bela vitória — disse o deputado, explicando que sua missão como ministro será contribuir para obter os 308 votos necessários para a aprovação da Emenda Constitucional pela Câmara.

Marun acredita que as discussões previstas para acontecer nesta quinta-feira serão decisivas para marcar a votação para o dia 18:

— Vamos iniciar as discussões por decisão do presidente (da Câmara) Rodrigo Maia (DEM-RJ), que é quem pauta, na quinta-feira. Eu penso que essa discussão também vai ser reveladora, porque ali também vão ter que ser colocados argumentos. No momento em que a discussão se estabelecesse, é necessário que argumentos sejam colocados na mesa. Em termos de razões, as nossas são infinitamente melhores que as da oposição — sustenta o futuro ministro.

Para ele, os argumentos que vêm sendo apresentados contra a reforma da Previdência proposta são colocados por poucas pessoas e, em geral, por aquelas que temem perder privilégios.

— Eu vejo um segmento da sociedade que ainda teme perder algum privilégio nesse momento se posicionando contra, mas com força. São segmentos organizados, que se manifestam de forma organizada em momentos contundentes. Agora, é uma reforma que não atinge nem o servidor que ganha menos de R$ 5.300. Quer dizer, quem pode se dizer atingido por essa reforma é o servidor que recebe mais de R$ 5.300. E não é que ele não vai poder ser aposentar com R$ 20 mil, com R$ 30 mil. Só que ele vai ter que contribuir de forma diferenciada para que tenha essa conquista — diz Marun.


 

 
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