Jornal MT Norte
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Vereador quer resolver pagamento de insalubridade e periculosidade
Presidente do Sispumaf diz que direito constitucional está sendo negado
14:01   11 de Dezembro, 2017
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Reportagem
Mato Grosso do Norte

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Alta Floresta, Rogério Francisco da Silva, disse em uma entrevista à Mato Grosso do Norte, que foi procurado pelo vereador Elói Crestani (PMDB), que se disponibilizou a ajudar o Sindicato a resolver um impasse entre a entidade e a Prefeitura de Alta Floresta, sobre o pagamento de insalubridade e periculosidade que os servidores tem direito, mas não recebem.
Conforme o sindicalista, desde quando os servidores do município foram efetivados [com a mudança de CLT para concurso] o benefício deixou de ser pago. “É um direito constitucional que os servidores tem direito, mas que não é pago. Esta demanda é uma luta antiga que travamos com a prefeitura desde outras administrações. Esperamos que agora, com o apoio do vereador Elói, consigamos resolver”, disse Rogério.

Rogério disse que tem cobrado Asiel Bezerra a este respeito, mas a resposta do prefeito é que a prefeitura tem que fazer um estudo para saber qual o percentual que os servidores quem tem direito ao benefício, deve receber.
Conforme o presidente do Sispumaf, o estudo deve ser feito por uma empresa qualificada, mas só pode ser realizado se houver o projeto pedindo para pagar a insalubridade e periculosidade. E o projeto tem que ser de autoria do executivo municipal.
“O vereador Elói assumiu o compromisso com o Sindicato, de conversar como prefeito e usar sua influência como companheiro de partido do Asiel Bezerra e fazer uma indicação para que que o prefeito envie o projeto para a Câmara. Com isto, poderia ser realizado o estudo e a prefeitura saberia o quando deve pagar para os servidores que tem direito a receber o benefício”, comenta Rogério.
De acordo com Rogério, todas as prefeituras da região pagam adicionais de insalubridade e periculosidade a seus servidores. Menos a de prefeitura de Alta Floresta. 
“É um direito constitucional que está sendo negado aos servidores do município”, disse. 

 
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