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IBGE descarta recontagem populacional de AF e vereador se mostra indignado
Vereador reclama da falta de empenho de deputado federal
12:48   25 de Abril, 2018
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José Vieira do Nascimento
Editor Mato Grosso do Norte

O vereador Luiz Carlos (MDB) não esconde seu descontentamento com relação a recusa do IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- que, peremptoriamente, se recusou a fazer uma contagem na população de Alta Floresta. 

O parlamentar externou seu descontentamento em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal na sessão desta terça-feira, 24. Conforme ele, a prefeita Marinéia Munhoz (PSD) e a vereadora Cida Sicuto (PSDB) que é sua líder na Câmara, estiveram na sede do IBGE em Brasília, na semana passada, acompanhadas do deputado Federal Nilson Leitão, para cobrar este serviço. 
Todavia, os diretores do IBGE responderam que só poderão fazer a recontagens do número de habitantes de Alta Floresta, a partir de 2020.
Para o vereador, faltou posicionamento ao deputado Nilson Leitão em cobrar este serviço para Alta Floresta. “O deputado deveria se impor e exigir que o IBGE tomasse uma iniciativa para resolver este problema que Alta Floresta está passando”, protesta.
Para o parlamentar, Alta Floresta não pode continuar sendo prejudicada devido a esta ‘negligência’ do IBGE, que imputa à cidade um erro grasso em seu índice populacional. “Todos nós sabemos que nossa população está acima de 60 mil habitantes. Mas as estimativas do IBGE, usando critérios que desconhecemos, estagnou a população do município em 50 mil moradores. Esta situação é prejudicial ao crescimento da cidade em diferentes aspectos. Não é apenas o fato de recebermos recursos. Isto atrapalha até mesmo a vinda de investimentos e não podemos aceitar que continue desta forma”, observou.
Conforme o vereador, o deputado Nilson Leitão, que diz ter compromisso com Alta   Floresta, não deveria simplesmente ter aceito a resposta do IBGE resignadamente. “O deputado deveria ter usado a força de seu cargo para cobrar mais do governo. Para mim esta resposta não deveria ser aceita sem contestação”, enfatiza.

 
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