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PIB de MT tem evolução de 118% em 6 anos
Os dados são das Contas Regionais 2016, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE
11:11   19 de Novembro, 2018
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Assessoria
IBGE

Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso mais que dobrou em 6 anos. A evolução foi de 118% entre 2010 e 2016, ao saltar de R$ 56,601 bilhões para R$ 123,834 bilhões. No período, a participação de Mato Grosso na economia do país cresceu, passando de 1,5% para 2%. Já na região Centro-Oeste, a participação foi de 15,9% em 2010 para 19,5% em 2016. Os dados são das Contas Regionais 2016, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 16.

 O PIB per capita de Mato Grosso cresceu 415% em 14 anos. O valor foi de R$ 37.462,74 em 2016 e ocupou a 4ª colocação entre as 27 unidades da federação. Evoluiu em relação ao valor registrado em 2002, quando ocupava a 11ª colocação entre os Estados, e o PIB per capita era de R$ 7.265,37. Em 2016, o valor matogrossense representou 3 vezes o do Maranhão, de R$ 12.264,28, o menor do país. Os dados são do IBGE.   
O valor da remuneração (somado salários e contribuição social) avançou de R$ 22,234 bilhões em 2010 para R$ 45,484 bilhões em 2016 (104%). No entanto, a participação da remuneração no PIB caiu de 39,3% para 36,7%. A fatia dos impostos sobre a produção baixou, de 13% para 9,5%, embora em volume tenha crescido de R$ 7,379 bilhões para R$ 11,747 bilhões (59,2%). Já a participação do excedente operacional bruto e rendimento misto cresceu. Somou 26,988 bilhões (47,7%) em 2010 e R$ 66,603 bilhões em 2016 (53,8%).   
 Entre 2015 e 2016, o PIB estadual caiu 6,3%. A produção agrícola aumentou e representou 18,6% da economia do Estado, contra 15,9% em 2015, embora tenha registrado recuo no volume produzido de 28,2%, por conta da estiagem, especialmente, no período de 2ª safra.   
 A Indústria apresentou queda em volume de 4,5%, em que pesou o desempenho da atividade da construção, com decréscimo de 12,9%. Serviços recuou 1,9%; comércio e reparação de veículos automotores e transporte, armazenagem e correio, baixaram 9,4% e 5%, respectivamente. 

 
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