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Diretor de trânsito diz que semáforo foi construído conforme normas
Implantação do serviço trouxe segurança para os alunos das escolas
19:01   11 de Janeiro, 2019
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Reportagem
Mato Grosso do Norte

Após a implantação do semáforo na avenida Ariosto da Riva, na esquina das escolas Presbiteriana e Marines de Sá Teixeira, diversas reclamações estão sendo feitas por parte de algumas pessoas, que alegam que o trânsito no local ficou ainda mais tumultuado após a implantação do serviço.
No mesmo local também foi construído um recuo à esquerda, ao lado do muro da escola Marines, no sentido centro saída da cidade, para o embarque de alunos no transporte coletivo.

Sobre o sinal luminoso, as reclamações são que o mesmo impede o fluxo de veículos no horário de pico, para os motoristas que entram na esquina de acesso à escola Presbiteriana. Outra queixa é que o sinal sempre estaria na cor vermelha e precisa ser acionado para ficar verde e liberar o trânsito.
Sobre o recuo, o erro teria sido no momento do embarque, já que o passageiro aguarda pelo lado esquerdo e o embarque é feito pela porta do lado direito do ônibus, no caso do transporte coletivo.  
Todavia, o diretor de Trânsito da prefeitura de Alta Floresta, Messias Araújo, afirma que o projeto foi elaborado pelo Setor de Engenharia da prefeitura, de acordo com as normas de trânsito e padrões exigidos para as instalações dos mesmos
Messias explica que o semáforo foi instalado para controlar o fluxo para os pedestres. É uma instalação de forma de sinalização com botueira e os pedestres, para atravessar a rua, precisam acionar o desportivo para fechar o sinal para os veículos. E, posteriormente, libera para os veículos que estão na mão inglesa.
Para ele, o que falta é algumas pessoas entenderem como funciona o sistema. 
“Certas pessoas confundem o porta foco veicular com o de pedestre. Muita gente para na-quele cruzamento, vê o porta foco de pedestre com a mão vermelha e confunde como se fosse porta foco de veículo”, enfatiza.
Conforme ele, a instalação do sinal naquele ponto, trouxe segurança para os alunos que atravessam a avenida, que foram beneficiados com o serviço.
 “Aquele ponto, no horário das 13 às 17 horas, é de grande movimentação de veículos por causa da escola Presbiteriana. É o horário em que os pais vão levar e depois buscar seus filhos e formam uma filha de carros no lado esquerdo da pista, impedindo a visão das pessoas que estão tentando atravessar a avenida, principalmente os alunos, que são na maior parte, crianças abaixo de 10 anos. Os alunos não estavam conseguindo passar, ou atravessando a avenida com risco de acontecer acidentes. O que fizemos foi corrigir este problema e proporcionara segurança à população”, explica Messias.

 
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