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Madeireiras da região de AF arrecadaram mais R$ 3 milhões de Fethab em
Empresas madeireiras da região de Alta Floresta arrecadaram mais R$ 3 milhões de Fethab em 2018
17:19   29 de Janeiro, 2019
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Reportagem
Mato Grosso do Norte

As empresas do setor de base florestal filiadas ao Simenorte- Sindicato das Indústrias de Madeireira do Extremo Norte de Mato Grosso- localizadas nos municípios de Alta Floresta, Carlinda, Paranaíta, Apiacás, Nova Monte Verde e Nova Bandeirantes, arrecadaram com o pagamento do Fethab- Fundo Estadual de Transporte e habitação-  em 2018, R$ 3.184.669,17 [3 milhões, 184 mil, 669, reais e 17 centavos] para os cofres do governo de Mato Grosso. 
As empresas de Alta Floresta lideraram a arrecadação com um total de R$ 1 milhão, 255 mil, 212 reais e 78 centavos. 
O município de Nova Bandeirantes contribuiu com uma arrecadação de R$ 721 mil, 945 reais e 2 centavos. 
O município de Apiacás arrecadou com o Fethab, durante o exercício de 2018, R$ 611 mil, 352 reais e 30 centavos.
Já as empresas da cidade de Nova Monte Verde, recolheram para os cofres públicos do Estado, R$ 509 mil, 709 reais e 26 centavos.
Em Paranaíta, a arrecadação de Fethab foi de R$ 70 mil, 141 reais e 49 centavos. E Carlinda teve a menor arrecadação com R$ 16 mil, 308 reais e 13 centavos. 
O SIMENORTE, filiado à FIEMT - Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso- agrega seis municípios da região de Alta Floresta e tem 27 empresas filiadas. O Sindicato tem como presidente, o empresário Ednei Blasius.
Para Ednei, apesar da importância das empresas madeireiras para a economia de Mato Grosso, na geração de empregos e contribuição com a arrecadação, o setor de base florestal é extremamente penalizado no Estado. 
“Mato Grosso tem a maior pauta de madeira com relação ao Pará, Rondônia e Amazonas. Além disso, também é cobrado o Fethab, inclusive com aumento neste início de ano. 

E temos a taxa de classificação da madeira. As empresas de Mato Grosso tem uma dificuldade enorme de competitividade em relação aos outros Estados, pelo excesso de taxas cobradas e pelo pouco retorno que vem para o setor. Se tivéssemos uma carga tributária, pelo menos combatível a dos outros estados, com certeza o setor madeireiro geraria muito mais empregos e receita para Mato Grosso”, observa Ednei.

 
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