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Vereador cobra ações do governo para conter violência em Peixoto
Mais de 10 pessoas já foram assassinadas desde o começo do ano
13:15   17 de Maio, 2019
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José Vieira do Nascimento
Editor Mato Grosso do Norte

O vereador Nilmar Nunes de Miranda, o paulistinha (DEM) afirmou em entrevista à Mato Grosso do Norte, que o alto índice de violência que vem ocorrendo em Peixoto de Azevedo, é assustador e um grave problema de segurança e social, que terá que ser olhado com atenção por parte do governo estadual.
Segundo o parlamentar, do início do ano até agora, mais de 10 pessoas foram assassinadas em Peixoto de Azevedo. “A criminalidade está tomando de conta de Peixoto. Esses homicídios geralmente pessoas jovens é que são as vítimas e há  envolvimento com as drogas. Não podemos fechar os olhos para esta situação”, enfatiza o vereador.
Paulistinha cobra do governo estadual e do secretário de Segurança Pública, uma atitude enérgica para conter a criminalidade em Peixoto. “O município precisa de policiais para ter um efetivo maior, viaturas e condições de trabalho para atuar na proteção à sociedade e prevenção destes crimes. Mais de 10 pessoas assinadas em 4 meses para uma cidade do porte de Peixoto, é um índice muito alto. O governo tem que tomar providências”, diz.
O vereador pede também que o Comando da Policia Militar não seja retirado da cidade, conforme está se cogitando, para ser transferido para Guarantã do Norte. “Em nome da população estou pedindo socorro ao governador Mauro Mendes e ao secretário de Segurança Pública para a situação de violência em Peixoto, e peço também que o Comando permaneça em nosso município. Será um prejuízo para o município perdermos o Comando da Polícia Militar”, ressalta.
De acordo com Paulistinha, o prefeito de Guarantã do Norte se prontificou a dar suporte, como estrutura física e servidores para o Comando da Polícia Militar ser transferido de Peixoto para lá. No entanto, o vereador disse que o prefeito de Peixoto deve tomar iniciativa de fazer uma parceria com o governo no sentido de evitar que o Comando seja transferido para outra cidade. 

“Se for necessário, o município deve se prontificar a ajudar para não perdermos este serviço, que para a sociedade é importante”, observa.

 
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