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Irmão Alexandre diz que CPI é para desestruturar administração
13:16   17 de Maio, 2019
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Reportagem
Mato Grosso do Norte

O vereador Irmão Alexandre classificou as CPIs instauradas na Câmara Municipal de Guarantã, para investigar a administração do prefeito Érico Stevan, como uma tentativa frustrada de desestabilizar os serviços que estão sendo prestados pela prefeitura, principalmente agora, com o fim do período de chuvas, que haverá condições de realizar trabalhos mais produtivos, atendendo o anseio do povo.
Alexandre, que faz parte da base do prefeito na Câmara, disse que na época das chuvas, os vereadores do PDT foram os que mais bateram na administração, porque os serviços não tinham qualidade e não havia agilidade.
“Sabemos que no período chuvoso é complicado e não tem como atender toda a população. Agora que a chuva passou e é hora de trabalhar, eles querem fazer uma CPI no Fethab. É para interromper os trabalhos!”, Enfatiza.
O vereador afirma que os vereadores de oposição falharam em não consultar o Conselho do Fethab antes de formar a CPI. “Não houve denúncia, não vejo índice de irregularidades e não tem fundamento e nem justificativa para se formar uma CPI”, disse.
Conforme ele, a CPI é uma comissão Parlamentar de Inquérito que atua para investigar algo que já está comprovado que estão errado. Se não tem denúncia, não tem provas, está fazendo CPI pra que?”, Questiona.
Sobre a empresa Moriá, Alexandre disse que o vereador Silvio Dutra declarou que nas gestões passadas, todas as empresas deram problemas, paralisaram as obras. Porém, a empresa agora que está ganhando as licitações, que são amplamente divulgadas nos Diários Oficiais do Estado, União e site da prefeitura, está trabalhando dentro do prazo e entregando as obras com qualidade, como a obra do fórum, das escolas que foram reformadas, da praça da Cultura e outras. E está funcionando. “Agora dizem que tem alguma coisa errada, porque as empresas do passado deram problemas e esta, não. Está dando certo. Há incoerência no discurso”, assegura.
Sobre a CPI do Aplic, o vereador argumenta que mais de 100 prefeituras estão com dificuldades de alimentar o sistema do Tribunal de Contas. Não é só Guarantã do Norte.

 
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