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Promotora faz apresentação de projeto ‘Onde há Educação corrupção não tem vez’
Projeto é uma referência na conscientização de crianças e jovens sobre ética e consciência cidadã
13:18   26 de Junho, 2019
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José Vieira do Nascimento
Editor Mato Grosso do Norte

A promotora de Justiça da Promotoria de Alta Floresta, Dra. Luciana Fernandes, participou da sessão da Câmara municipal de Alta Floresta, nesta terça-feira, 25, para apresentar o projeto “Onde há Educação Corrupção não tem vez, desenvolvido pelo Ministério Público junto às escolas da rede pública de Educação, com a finalidade de conscientizar as crianças e adolescentes sobre as consequências causadas pela corrupção.
Dra. Luciana, que é coautora do projeto, usou a tribuna do poder Legislativo para falar da importância desta iniciativa, no âmbito da comunidade escolar, para formar cidadãos éticos e com consciência. 
“Corrupção se combate com medidas austeras e se previne na escola, com Educação, disse. 
Conforme ela, o projeto Onde há Educação a Corrupção não tem vez, colocou Alta Floresta em visibilidade no cenário nacional, ao ser lembrada em sessão do Senado Federal pela Senadora Ana Amélia (MDB/RS), que falou do trabalho desenvolvido pelo Ministério Público Estadual em Alta Floresta.
A promotora lembrou que o projeto foi premiado pelo Conselho Nacional do Ministério Público e recebeu o selo de Qualidade da FIESP [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo].
“O projeto foi desenvolvido para impactar alunos, a famílias e a comunidade, através do trabalho feito com as crianças e jovens. E já impactou mais de 20 mil alunos em Alta Floresta e em outros municípios”, observa.

Dra. Luciana, ao ressaltar que o projeto foi abraçado pelo Ministério Público, conclamou os vereadores a participarem da retomada das ações no segundo semestre, quando será definido um cronograma para as atividades no âmbito das escolas. 

“Como boa promotora, gostaria de chamar a atenção para a obrigação de cada um de nós exortar o dever de ética, probidade integridade. Em especial nesta casa, no oficio que vossas excelências desempenham, na apreciação das leis e na fiscalização ao executivo. Este dever, além de ser profissional, deve ser pautado pela ética”, pontua. 
De acordo com ela, apesar de Alta Floresta ter sido destaque no cenário político nacional com o projeto, o município ocupa um vexatório lugar em transparência. 
“Estamos no trecentésimo, sexagésimo lugar em informação e transparência no ranking da Controladoria Geral da União em Municípios. Portanto, ao mesmo tempo que Alta Floresta tem sido chamada como exemplo, estamos na prática caindo neste fosso e é preciso que algo seja feito”, observou.
Conforme a promotora, os vereadores tem grande responsabilidade social, para, através de suas atuações como parlamentares, mudar esta realidade em Alta Floresta. “Os senhores tem grandes poderes nas mãos e os grandes poderes exigem grandes responsabilidades. E isto poderá ser redimido com a atuação de vossas excelências”, disse.

 
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