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Programa FICAI completa 12 anos de atuação em AF
Programa deu tão certo que o modelo de Alta Floresta foi copiado para outros municípios
12:54   02 de Agosto, 2019
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Carlos Alberto de Lima
Prefeitura Municipal de AF

Atendendo um chamamento do Ministério Público, o Programa FICAI - Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente – foi criado em Alta Floresta em 2007. Exatamente aos 31 de julho, portanto, na última quarta-feira fez aniversário de 12 anos.
Segundo a psicóloga e coordenadora do FICAI no município, Léia Ribeiro de Morais, que atua no programa desde a sua implantação, os atendimentos do FICAI são realizados a partir das queixas de casos de infrequência e indisciplina escolar. 
“Ao atender o aluno e seus responsáveis, é possível identificar as causas da infrequência e da indisciplina e a partir daí realizar as orientações e encaminhamentos pertinentes”, diz a coordenadora Léia, acrescentando que “além desses atendimentos sistemáticos dos encaminhamentos originados das escolas, o programa FICAI realiza capacitações aos profissionais da área de Educação (Professores e Gestores Escolares)”.
O programa deu tão certo que o modelo de Alta Floresta foi copiado para outros municípios do estado. Todavia não se pode simplesmente pautar em seu sucesso. A realidade está aí, o mundo da educação navega por mares turbulentos, violência, indisciplina, ameaças a professores e até concretizações dessas ameaças, professores apavorados, um clima realmente de insegurança e nós aqui em Alta Floresta não estamos isentos. 

Carinhosamente tratado pela Prefeitura Municipal por meio de sua Secretaria de Educação o Programa FICAI resiste na luta. “Uma seara desafiadora”. A frase dita pela psicóloga Leia é a melhor definição para o trabalho de 12 anos do programa em Alta Floresta.

Há três anos, Léia implantou a “Escola de Pais”, onde, as sextas-feiras, reúne pais de alunos ou responsáveis e realiza orientações especificas sobre a dinâmica da educação doméstica. 
Léia revela que nesses três anos de implantação já participaram cerca de 1.850 pessoas. “Com a Escola de Pais, as atuações do Programa vem somando aos demais serviços da rede de atenção e proteção da criança e do adolescente e a comunidade em geral com o propósito de alcançar uma qualidade de vida e exercício de cidadania dos alta florestenses”, assegura a psicóloga Léia.

 
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