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Cooperativa de Carlinda inaugura indústria de polpas de frutas
Investimento é da cooperativa COMPASC do setor Caná. Industrias tem capacidade de processar de 4 a 5 toneladas por dia
11:07   12 de Julho, 2021
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Edemar Savariz
Mato Grosso do Norte

Na última quinta-feira, 8, a Cooperativa Mista do Setor Caná (COMPASC) em Carlinda, inaugurou a indústria de polpas de frutas. Um investimento de 251 mil reais, que foi destinado pela Secretaria de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, através do Secretário Silvano Amaral, o prédio para a instalação da indústria foi uma contra partida da Cooperativa.
A cerimônia de inauguração contou com a presença de agricultores, diretoria e conselho da cooperativa, Secretário de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários do Estado de Mato Grosso, Silvano Amaral, Deputado Federal Carlos Bezerra, Deputado Estatual Thiago Silva, Câmara de Vereadores de Carlinda, os 9 vereadores estiveram presentes, Prefeita Municipal, Carmelinda Leal Martines Coelho, vice prefeito, Pr. Fernando de Oliveira, representantes da Empaer-MT e empresários de Alta Floresta.
Fransciso Severino de Oliveira, (Chiquinho), presidente da Compasc destaca este grande momento para a Cooperativa e para os agricultores cooperados. “A Secretária de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários fez um convênio com o município de Carlinda e a prefeitura fez o convênio com a cooperativa. 
O convênio foi realizado em outubro do ano passado, o dinheiro foi liberado em dezembro e em março foi feio o processo licitatório para aquisição destes equipamentos. Agora está montado e pronto para operar”, disse o presidente.
Chiquinho disse que inicialmente irá atender 31 produtores de maracujá. “Vamos iniciar um projeto para atender outras culturas. Iremos processar também acerola, graviola, cupuaçu, goiaba, caju. A indústria conta com um lavador de frutas, uma esteira, uma despolpadora, uma embaladeira e uma câmara fria 3 por 3 e outra de 6”, enumera Chiquinho.A nova indústria tem uma capacidade de processar de 4 a 5 tonelada por dia. “A princípio iremos atender o mercado local, as compras institucionais e atender novos mercados”, completa Chiquinho. 
“Era um sonho de 12 anos da cooperativa, sempre trabalhamos para que isto fosse realizado, e agora nós não iremos mais vender as frutas in naturas, iremos processar e comercializar a nossa própria polpa”, conta o presidente.
Para o presidente a nova indústria vai contribuir muito para o produtor do município. “É um divisor de águas para o projeto da fruticultura da Cooperativa Compasc, porque iremos conseguir dar uma atenção melhor para o nosso produtor, incentivar as produções na região com preço e com projetos para que ele venha produzir ainda mais gastando menos”, finaliza Chiquinho.


 

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